Falar de Formula 1 é falar da sua vertente real, no estado do desporto. Após alguns anos em constantes mudanças e reformulações(não esquecer os escândalos), a prova máxima do desporto automóvel está ao rubro, não deixando de lado algumas velhas guardas como Michael Schumacher, que apesar dos seus 41 anos de idade, e dos já sete campeonatos, ainda continua a encantar em cada circuito. Mas são os mais novos, como Sebastian Vettel, Mark Webber (actual líder), Alonso, Button e o Lewis Hamilton, este em segundo lugar, que ditam a actual história da Formula 1. Sendo as próximas provas todas fora da Europa, onde os dois primeiros se encontram separados por apenas 5 pontos, e 3 por equipas, avizinha-se um final do campeonato deveras avassalador. Pena é que nas lides virtuais, eu não tenha tido tanto sucesso (bah Pedro de la Rosa).
Para além destes dados reais, o jogo ainda conta com as regras (algumas extremamente rígidas) oficiais da FIA. Isto quer em pista, quer na configuração do carro, como por exemplo a tão complexa, estranha e obrigatória escolha de pneus. Podemos competir num Modo Carreira, onde podemos escolher entre, três, cinco a sete temporadas. Algo estranho esta escolha, pois, porque não podermos correr em oito temporadas seguidas? Temos também os Time Trials, e o modo Grand Prix, onde podemos escolher a nosso belo prazer a configuração de uma temporada. Desde a lista de circuitos, voltas, tempo, etc.
Embora este último seja um extra interessante, não consigo ver o seu apelo, pois se temos um modo Carreira que simula a temporada actual, em nada vem trazer ao jogo, senão mais um menu. E claro não deixar de lado o modo multi-jogador, onde podemos competir contra doze corredores num modo Grand Prix, escolhendo a pista e as suas configurações. Não queria deixar de lado uma interessante opção dentro do Time Trails, que é a de podermos escolher 8 carros diferentes, usando por exemplo cada amigo e tentar, em corrida livre, contra um "carro fantasma", obter a melhor volta.
A Microsoft anunciou que Gears of War 3 não chegará às lojas em Abril.
Ao contrário do que estava inicialmente previsto, Gears of War 3 não será lançado em Abril de 2011.
De acordo com a Microsoft, o novo título chegará ao Xbox 360 durante o Outono do próximo ano.
Comentando o adiamento, Rod Fergusson, responsável da Epic, afirmou que não se trata de um problema relativo a qualidade do jogo, mas sim de uma decisão comercial.
Segundo o site 4Gamer, Super Street Fighter IV vai ter uma perspectiva por cima do ombro.
O site teve acesso a uma demo do jogo na recente Conferência da Nintendo. Foi dito que a demo começa por perguntar aos jogadores se querem o efeito 3D ou não. Foi seleccionado "sim" e a câmara mudou para uma perspectiva por cima do ombro.
"É como se fosse um jogo diferente," disse o site.
Este nova perspectiva não afeta a jogabilidade, o autor disse que conseguiu fazer shoryukens e hadoukens sem nenhum problema.
A Capcom nunca referiu nada sobre esta nova perspectiva.
A Capcom anunciou que está desenvolvendo mais dois jogos para o 3DS, portátil da Nintendo que exibe imagens em três dimensões sem o uso de óculos, "Mega Man Legends 3 Project" e "Resident Evil: The Mercenaries 3D".
Segundo comunicado à imprensa, "Mega Man Legends 3 Project" terá participação dos fãs da série no desenvolvimento do jogo. Entretanto a empresa não revelou como isso ocorrerá, dizendo que novos detalhes serão divulgados durante a Comic-Con de Nova Iorque, que acontecerá em outubro próximo.
Já "Resident Evil: The Mercenaries 3D" será um jogo que, segundo a empresa, vai reunir as missões do modo The Mercenaries de "Resident Evil 4" e "Resident Evil 5" utilizando elementos gráficos em três dimensões. O jogo terá opção de modos multiplayer cooperativo online usando o sistema Nintendo Wi-Fi Connection. A empresa disse também que personagens da série estarão presentes no jogo, entretanto não revelaram quais.
Vale destacar, este já é o segundo título da franquia "Resident Evil" anunciado para Nintendo 3DS. Durante a E3 2010, a Capcom já mostrou "Resident Evil Revelations", que traz de volta Chris Redfield e Jill Valentine e promete esclarecer alguns segredos da série.
Em ambos os casos a Capcom não divulgou datas de lançamento.
Neste sábado dia 25,a torcida do Chicago Fire elevou uma lona enorme formando uma espécie de bandeira inspirada no famoso jogo Super MarioBros. num jogos contra o Seattle no estadioToyota Park pela Major LeagueSoccer. Realmente os torcedores mostraram muita criatividade na elaboração desse espetaculo que teve até aquela bolinha de fogo que o Mario solta usada para derrotar a tartaruga.É isso aí,assim podemos ver que o game pode alcançar vários níveis de culturas. Veja o vídeo:
Dead Rising 2 é o mais próximo título a ser lançado pela Capcom e que serve como sequela a um dos mais emblemáticos jogos dos primeiros anos de vida da actual geração. Há cerca de quatro anos atrás, o original marcava a reentré da indústria, mais especialmente a da actual geração, e era o primeiro grande título numa lista de lançamentos que se esperava com grande ansiedade. Dead Rising chegou e conseguiu pelo menos tornar-se numa espécie de clássico de culto e deixou boas indicações, mesmo por entre elementos confusos e pouco atractivos. Agora, estamos perante a chegada de Dead Rising 2, jogo no qual a Capcom deposita enormes esperanças e parece estar disposta a usar para mostrar como a indústria mudou no espaço de tempo que separou os dois jogos.
Para promover a chegada de Dead Rising 2 e criar uma maior profundidade em redor do enredo do jogo, a Capcom decidiu que iria lançar este Case Zero que como o nome indica, mais do que a primeira ocorrência, aqui vamos conhecer eventos que decorrem antes do início do jogo que vai chegar às lojas. É a forma que a Capcom encontrou para tirar proveito dos serviços de venda de conteúdos digitais, neste caso em exclusivo no Xbox Live Arcade, mas que um pouco à semelhança do que a Capcom tem feito nesta geração das consolas em alta definição, está longe do consenso e não afasta de si suspeitas quanto à sua qualidade ou natureza.
Isto porque Case Zero pode ser encarado como um jogo à lá Live Arcade ou então como o tão apregoado novo tipo de demonstrações jogáveis, a pagar. Se optarem por o delinear como o primeiro, então temos vários elementos que deixam a desejar enquanto que se optarem pela segunda, estamos inadvertidamente, talvez, a servir como teste para um futuro que pode não ser o mais agradável pois a ideia que dá é mesmo a de estar a jogar uma demonstração jogável pela qual pagamos e cujo conteúdo podia perfeitamente ter sido inserido no jogo.
Case Zero dá-nos a conhecer a primeira aventura de Chuck Greene e da sua pequena filha. Numa realidade na qual a grande parte das pessoas está infectada por um vírus que as torna em zombies, Chuck tem que encontrar Zombrex, um medicamento que adia a transformação completa nos que foram infectados, para poder salvar a sua filha Katey. Os instintos de sobrevivência e uma série de infortúnios fazem com que fiquem presos numa pequena localidade e a nossa missão é encontrar o medicamento para a pequena e encontrar uma forma de fugir do local.
O melhor elogio que podemos dar a Case Zero é o de que autenticamente parece que estamos a jogar uma pequena fatia de um bolo maior, ou seja, do jogo completo. A Capcom criou um pequeno espaço que podemos percorrer livremente, existindo apenas ecrãs de carregamento ao entrar em alguns locais. Toda a mecânica de jogo pela qual se caracterizou mantém-se e assim sendo, temos um determinado tempo para cumprir determinadas missões sendo possível a qualquer momento deambular na procura de diversão extra como ajudar pessoas perdidas ou simplesmente exterminarzombies para ganhar pontos de experiência e dinheiro.